sábado, 28 de maio de 2011

AO PESSOAL QUE PREFERE A HOMOFOBIA À HOMOSSEXUALIDADE

Do blog ESCREVA LOLA ESCREVA

No final de semana passada a Record, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, exibiu uma das reportagens mais tendenciosas que eu já vi. Foram nove minutos ininterruptos batendo no kit de combate à homofobia. Uma vergonha. Não havia outro lado, como ao jornalismo convém adotar. Todos os “outros lados” (por exemplo, um ativista gay) eram igualmente contra. Ficou parecendo que o governo inventou a campanha sozinha, só por falta do que fazer, como se ela não fosse uma grande reivindicação dos movimentos LGBTTT.

É fácil ser contra o que Bolsonaro, aquele misto de deputado ultrareaça com Tiranossauro Rex, apelidou de “Kit gay”, ainda mais se repórteres te param na rua perguntando: “O que você acha deste vídeo com um desenho animado de dois rapazes se beijando ser exibido na escola pro seu filho de cinco anos?”. Olha, nesses termos, acho que até eu seria contra! E é mais fácil ainda ser contra quando nos escondemos por trás do manto sagrado da ignorância. É sério que a gente compra o que a mídia fala do projeto, sem nem sequer tentar descobrir o que ele representa? (Recomendo que você veja os três vídeos e julgue por si mesm@: vídeo um, vídeo dois, vídeo três. Agora me diga se eles têm o potencial de converter um hétero pra homossexualidade ou pra discutir o bullying?).

Uma canjinha: o kit representa apenas uma tentativa de educar os professores de escolas públicas para lidar com o enorme problema da homofobia. Seria usado com alunos do ensino médio, a partir dos 15 anos de idade (longe de serem criancinhas indefesas). O material incluía três vídeos bastante didáticos e nem um pouco explícitos (qualquer novela das seis mostra cenas cem vezes mais calientes, mas entre casais heterossexuais ― então pode?) e uma cartilha com sugestões de exercícios para o professor levantar na sala de aula. Só. Poderia ser usado, por exemplo, em aulas de educação sexual para que se discutisse a diversidade e a tolerância à diferença.

Mas parece que vivemos num tempo de trevas (eu me senti em plena Idade Média durante a condenação à legalização do aborto durante a campanha presidencial do ano passado), em que ensinar tolerância é algo negativo. Putz, então eu tenho uma noção equivocada da educação. Pensei que educar fosse ensinar a pensar com senso crítico, a respeitar as diferenças, a conviver harmoniosamente em sociedade. Essas coisinhas básicas que eu adoraria que os pais ensinassem. Mas não, não ensinam. Se ensinassem, não haveria tanta gente preconceituosa no planeta. Por isso é absurdo ouvir quem é contra o kit anti-homobofia dizer que “só a família deveria tocar nesses assuntos com os filhos”. Tradução do que isso significa: “ninguém deve falar pro meu filho sobre homossexualidade, porque assim quem sabe dá pra fingir que essa depravação não existe”.

E aí, quem vai ensinar um ser em formação a não ser preconceituoso? Os pais, contaminados por uma geração ultrapassada de preconceitos? As diversas igrejas e religiões? Não me faça rir. As igrejas adotaram a bandeira contra a homossexualidade como se fosse sua única missão na vida. Ah, quem sabe a mídia possa educar? Desculpe, mas agora passei mal. Essa mídia que sobrevive de programas humorísticos que só perpetuam o preconceito? Que passa suas opiniões disfarçadas de jornalismo neutro e imparcial? (porque este texto que vos fala é uma opinião. Eu não finjo que sou objetiva). Talvez os amigos possam educar... Não, acho que não. Sobra a escola. Uma escola que é feita de pessoas, pessoas tão preconceituosas como as da família, da igreja, da mídia.

Mas por que seria necessário que se combatesse a homofobia (e tantos outros preconceitos)? Porque o ódio mata entre 200 e 400 gays, lésbicas, travestis e transgênero por ano. São brasileiros que são assassinadas unicamente pela sua orientação sexual. O Brasil é um dos países mais homofóbicos do mundo e, apesar do governo do PT ter sido o mais acolhedor às causas homossexuais na história, os números da violência permanecem inalterados. Nas escolas, os casos de bullying contra meninos “afeminados” e meninas “másculas” são altíssimos. Nossa sociedade é tão cruel com os adolescentes que se descobrem homossexuais que há incontáveis suicídios entre eles (nos EUA, existe uma campanha que promete que a vida melhora pro gay caso ele sobreviva à adolescência). É isso mesmo que a gente quer como sociedade? Desde quando não aceitar o diferente faz com que ele vire “normal”? Desde quando ser “normal” é necessariamente bom?

“Normal”, pelo jeito, é aquele ser burrinho que dói que pensa que, se o seu filho conversar sobre homofobia, ele se transformará num homossexual. Pô, é que nem achar que se posicionar contra o racismo faz um branco virar negro. Ou que um homem que seja a favor dos direitos iguais pras mulheres deixa de ser homem. Não faz o mínimo sentido, mas é nisso que os “normais” creem. O “normal” é aquele que pensa que defender um mundo sem intolerância é querer endoutrinar alunos. Ahn, sinto ser eu a contar isso pra você, mas endoutrinados eles já estão. Senão não precisariam da escola para ensinar-lhes a se ver livres dos preconceitos.

Pra ser franca, não sei se uma campanha de combate à homofobia nos moldes do kit teria resultados, mas sei que é preciso tentar. Por isso é extremamente desolador que o governo tenha voltado atrás e aposentado o kit anti-homofobia antes mesmo de tê-lo lançado. Diz-se que houve pressão da bancada evangélica, que teria ameaçado abrir uma CPI pra investigar o Palocci se o governo não desistisse da campanha. Se for verdade, é muita deceção. Porque, né? Dane-se o Palocci! Ele nem deveria estar nessa administração pra começar. Mas é assim que o governo pretende se comportar? Trocando fidelidade partidária por direitos humanos?

É óbvio que os gays, e a causa dos direitos humanos em geral, estariam em lençóis piores se a direita houvesse vencido as eleições. Mas é muito decepcionante ver um governo recém iniciado como este recuar num ponto tão importante. E mais decepcionante ainda é perceber o comportamento de manada de boa parte da população, que fala sem querer ouvir e insiste em perpetuar preconceitos. E que não tem pudor em informar-se através de uma mídia nada interessada em informar.

FREI BETTO: Os gays e a Bíblia



Do site AMAI-VOS

É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.

No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”...).

Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).

No 60º aniversário da Decclaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.

A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu Catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hétero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.

São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.

A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).

Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

Ora, direis ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.

Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?

Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.

Autor: Frei Betto

sexta-feira, 27 de maio de 2011

ENCONTRO NORDESTINO DE XAXADO EM SERRA TALHADA


Serra Talhada vai ser invadida por cangaceiros! Nos dias 02, 03, 04 e 05 de junho/11 acontecerá o ENCONTRO NORDESTINO DE XAXADO, que além dos espetáculos de xaxado mostrará também outras linguagens artisticas como: Mostra de Cinema, Feira de Literatura de Cordel e Oficinas.
O evento terá também o tradicional passeio NAS PEGADAS DE LAMPIÃO para o Sítio Passagem das Pedras, onde nasceu LAMPIÃO. Mais de vinte grupos culturais do Nordeste confirmaram presença.
O sertão vai estremecer e o grito será um só: Viva a Cultura Nordestina!

PARA SABER MAIS: 

FUNDAÇÃO CULTURAL CABRAS DE LAMPIÃO
Rua Virgolino Ferreira da Silva, 06 - COHAB
Serra Talhada - Pernambuco - CEP: 56.909-110
Tel: (87) 3831 3860 / 3831 2041 / 9918 5533 / 9938 6035
E-mail: cabrasdelampiao@gmail.com
www.cabrasdelampiao.com.br

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Marcações de Quadrilha Junina

Está chegando o mês de junho e não pode faltar nas festas juninas o momento da quadrilha.  Num salão, num terreiro, na praça, no clube, na escola, todo mundo quer fazer sua quadrilha junina.  Como muitos me pedem uma lista dos passos mais tradicionais da dança, eis aí uma amostra: 


1. Vamos entrando!
Os pares entram de braços dados no arraial, as damas a esquerda dos cavalheiros. Depois, damas e cavalheiros se separam, formando uma fila de cada lado.
2 - Cavalheiros cumprimentam as damas!  Com os braços atrás das costas, os cavalheiros se aproximam de suas damas e as cumprimentam tirando os chapéus. Depois, voltam de costas para os seus lugares.
3 - Damas cumprimentam cavalheiros!  Agora é a vez das damas irem até os cavalheiros para cumprimentá-los. Elas também voltam de costas para os seu lugares.
4 - Balance - As duas filas se aproximam e os pares ficam frente a frente, dançam juntos, girando sem sair do lugar.
5 - Começa o passeio! De braços dados, os casais saem andando até formarem um círculo.
7 - A grande roda! Todos formam uma roda e giram para a direita.
8 - Damas ao centro! As damas passam para dentro do círculo formando uma roda. As damas giram para a direita e os cavalheiros para a esquerda.
9 - Cavalheiros procuram suas damas! As damas param e os cavalheiros continuam rodando até alcançarem suas companheiras. Eles param a direita delas.
10 - Coroar!   De mãos dadas, os cavalheiros levantam os braços, passando-os por cima da cabeça das damas. Depois, damas e cavalheiros giram para a direita.
11 - Cavalheiros ao centro!  Todos formam a grande roda de novo. Depois, os cavalheiros passam para dentro do cí rculo e giram para a direita. As damas giram para a esquerda.
12 - Damas procuram seus cavalheiros! Cavalheiros param e damas continuam rodando até alcançarem seus parceiros. Elas param a esquerda dos seus cavalheiros.
13 - Coroar! De mãos dadas, as damas levantam os braços passando-os por cima da cabeça dos cavalheiros. Todos giram para a direita.
15 - Caminho da roça! Todos saem dançando, sempre em fila.
16 - Olha a chuva!Cobrindo a cabeça com as mãos, todos dão meia-volta e começam a andar para o outro lado.
17 - É mentira! Todos voltam dizendo "Aaahhh!".
18 - Olha a cobra! Os dançarinos pulam, gritam e dão meia-volta.
19 - Já mataram! Os participantes voltam dizendo "Aaahhh!"
20 - Continua o grande passeio! De braços dados, os casais formam uma fila e passeiam em ziguezague
.

a) Beija-flor! - As damas estendem a mão direita para o cavalheiro beijar.
b) Voa andorinha! - Os cavalheiros dão um passo pra trás. Sem largar a mão da dama, ficam semi-ajoelhados. As damas dão duas voltas pela esquerda, balançando o vestido com a outra mão. Eles levantam.
c) Voa gavião! - Os cavalheiros enlaçam a cintura da dama, com a mão direita. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão duas voltas para a direita.
d) Dança da vassoura! - Uma das damas (a noiva) não participa e um dos cavalheiros fica sem par. Ao ouvir o comando "Trocar de dama!" ou "Changê de dama!" os cavalheiros trocam de par. Quem sobrar, dança no meio da roda com a vassoura.
e) Destrocar de dama! - Ao ouvir o comando os cavalheiros voltam para seu par.
f) Anavan tur! ( Avantur) - A dama e o cavalheiro dançam como no comando "Tur" (O cavalheiro abraça a cintura da dama, com a mão direita. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão uma volta para a direita) Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente.
g) Mais uma vez! - O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado seu par. (Se for dado o comando "Passar dois!" ou "Passar três!", passa dois ou três cavalheiros à frente. Se retornar ao "Passa um!", continuar repetindo "Mais uma vez!")
h)CAMINHO DA ROÇA: (Vários comandos podem ser acrescentados nesse passo)
i) Caminho da roça! - Damas e cavalheiros formam uma só fila e todos batem palmas. Ela fica à frente do seu parceiro. Caminham pra direita, balançando os braços. A fila deve deslizar como uma cobra pelo chão
j)TRENZINHO ou CARACOL: (Escolher um só)
Trenzinho! - Damas e cavalheiros formam uma só fila, colocando as mãos nos ombros de quem estiver à sua frente. A 1.ª pessoa da fila (o guia), coloca as suas por cima dos ombros e segura as mãos de quem estiver atrás dela. Caminhando pra direita, a fila segue fazendo curvas grandes e movimentos e barulhos de um tremDesfazer - Voltam para o "Caminho da roça".
Caracol! - Damas e cavalheiros formam uma só fila, colocando as mãos nos ombros de quem estiver à sua frente. A 1.ª pessoa da fila (o guia), coloca as suas por cima dos ombros e segura as mãos de quem estiver atrás dela. Caminhando pra direita e balançando os braços, a fila segue fazendo curvas grandes.

l)CESTINHA DE FLORES:Damas e cavalheiros formam uma só fila. Elas levantam os braços, passando-os por cima dos ombros com a palma das mãos para cima. Os cavalheiros que estão atrás seguram as mãos da dama e continuam a caminhar.
m) Desfazer cestinha de flores! - As damas abaixam os braços.
n) Preparar o changê! - Todos param de andar e ficam no "Balancê". O cavalheiro dá a mão direita à parceira.
o) Changê! - Os cavalheiros rodam a dama pela sua esquerda, passando-as para trás. E a cada sinal do marcador, largam as mãos dela e vão pegar as da dama da sua frente, até reencontrar o seu par.
 p) Preparar o caranchê! - Todos param de andar e ficam no "Balancê". As damas ficam de frente aos cavalheiros. Eles seguram com a mão direita, a mão direita delas.
q) Caranchê! - Os cavalheiros puxam a dama para trás, indo com a mão esquerda, pegar a mão esquerda da dama que se aproxima, passando de uma dama para outra, em zigue zague. Damas e cavalheiros andam em sentido contrário até reencontrar o seu par.
r) Desfazer o caranchê! - Todos param de andar. As damas desviram.
s)ESTRELA ou CRUZ DE MALTA : (Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo número 1 ou 2)
t) Primeiras marcas ao centro! - Apenas os pares do grupo 1 vão ao centro. E dividem-se em grupos de dois pares. As duas damas dão as mãos, segurando-se na altura do antebraço. Os cavalheiros seguram os punhos de suas damas. Os pares do grupo 2 permanecem no "Balancê".
u) Primeiras marcas pra direita! - Os pares do grupo 1 rodam pra direita ao ritmo da música.
v) Segundas marcas, preparar! - Apenas os pares do grupo 2, nas laterais, dividem-se em grupos de dois pares. As duas damas dão as mãos, segurando-se na altura do antebraço. Os cavalheiros seguram os punhos de suas damas. Os pares do grupo 1 permanecem rodando.
x) Segundas marcas pra esquerda! - Os pares do grupo 2 rodam pra esquerda ao ritmo da música.
z) Preparar estrela! - Os casais do grupo 1 continuam rodando e os do grupo 2 vão-se infiltrando na roda, segurando-se nos punhos e formando rodas maiores. Os cavalheiros seguram nas mãos dos cavalheiros e as damas seguram nas mãos das damas, formando outro braço da estrela.
Estrela pra direita! - A roda desloca-se, ao ritmo da música, no sentido indicado pelo marcador.
Estrela pra esquerda! - A roda desloca-se, ao ritmo da música, no sentido indicado pelo marcador
Desfazer estrela! - Os casais do grupo 1 continuam rodando e os do grupo 2 vão saindo da roda e retornando aos seus lugares.


domingo, 22 de maio de 2011

FESTA BOA EM TUPARETAMA NESTA SEMANA

Do site de LUIS NASSIF: A sexualidade na TV brasileira


Por Cristovao

Gente,
Não sou moralista e nem puritano (muito pelo contrário!), mas me assustei essa noite, ao passar pela sala, no momento em que minha filha de 13 anos, assistia a um quadro do "Legendários", na Record, que falava sobre "posições sexuais", "fuc-fuc", "frango assado"... Perguntei à minha filha qual era a classificação indicativa do programa e ela me respondeu: 12 anos! Minha esposa chegou à sala ao mesmo tempo que eu, ficando também chocada com a forma chula em que os termos e os temas desfilavam na tela.

Agora eu pergunto a vocês: eu parei no tempo ou a tv brasileira perdeu as estribeiras? Acho que educação sexual é extremamente importante, principalmente nos dias de hoje! Mas banalizar o assunto dessa maneira, em um programa de grande aceitação entre jovens e adolescentes?

Gostaria, sinceramente, de conhecer a opinião dos senhores sobre o assunto!


quinta-feira, 19 de maio de 2011

O VIOLEIRO



Composição : Elomar Figueira de Mello 
Voz e violão: Elomar 

Álbum: Parcelada Malunga (Elomar e Arthur Moreira Lima) 
Participações: Zé Gomes / Xangai / Heraldo do Monte 

Vou cantá num canto di primero 
as coisa lá da mia mudernage 
qui mi fizero errante violêro 
Eu falo sério e num é vadiage 
E pra você qui agora está mi ovino 
Juro inté pelo Santo Minino 
Vige Maria qui ôve o queu digo 
Si fô mintira mi manda um castigo 

Apóis pro cantadô i violêro 
Só há treis coisa nesse mundo vão 
Amô, furria, viola, nunca dinhero 
Viola, furria, amô, dinhero não 

Cantadô di trovas i martelo 
Di gabinete, lijêra i moirão 
Ai cantadô já curri o mundo intero 
Já inté cantei nas portas di um castelo 
Dum rei qui si chamava di Juão 
Pode acriditá meu companhero 
Dispois di tê cantado o dia intero 
O rei mi disse fica, eu disse não 

Apóis pro cantadô i violêro 
Só há treis coisa nesse mundo vão 
Amô, furria, viola, nunca dinhero 
Viola, furria, amô, dinhero não 

Si eu tivé di vivê obrigado 
um dia i antes dêsse dia eu morro 
Deus feiz os homi e os bicho tudo fôrro 
já vi iscrito no livro sagrado 
qui a vida nessa terra é uma passage 
Cada um leva um fardo pesado 
é um insinamento qui des na mudernage 
eu trago bem dentro do coração guardado 

Apóis pro cantadô i violêro 
Só há treis coisa nesse mundo vão 
Amô, furria, viola, nunca dinhero 
Viola, furria, amô, dinhero não 

Tive muita dô di num tê nada 
pensano qui êsse mundo é tudo tê 
mais só dispois di pená pela istrada 
beleza na pobreza é qui vim vê 
vim vê na procissão do Louvado-seja 
I o assombro das casa abandonada 
côro di cego nas porta das igreja 
I o êrmo da solidão das istrada 

Apóis pro cantadô i violêro 
Só há treis coisa nesse mundo vão 
Amô, furria, viola, nunca dinhero 
Viola, furria, amô, dinhero não 

Pispiano tudo do cumêço 
eu vô mostrá como faiz um pachola 
qui inforca o pescoço da viola 
E revira toda moda pelo avêsso 
i sem arrepará si é noite ou dia 
vai longe cantá o bem da furria 
sem um tostão na cuia u cantadô 
canta inté morrê o bem do amô. 

Apóis pro cantadô i violêro 
Só há treis coisa nesse mundo vão 
Amô, furria, viola, nunca dinhero 
Viola, furria, amô, dinhero não 
Viola, furria, amô, dinhero não... 

Ministério da Cultura "oferece" Disney On Ice. É verdade?!

por Luiz Carlos Azenha

Hoje eu estava em um táxi quando ouvi o jingle: o Ministério da Cultura “oferece” Disney On Ice. Não, não era piada do CQC. Nem do Zé Simão. Era de verdade: o Ministério da Cultura oferece Disney On Ice.
O comercial dava as datas e os locais da apresentação.
Presumo que o pessoal da Disney tenha se valido das leis de incentivo à cultura para baratear os custos do ingresso. Ou seja, tem dinheiro público promovendo Disney On Ice!
Isso diz absolutamente tudo sobre o Brasil. O Ministério da Cultura, aquele que nos livrou dos imperialistas do Creative Commons, promove com dinheiro público a patinação do Mickey e da Minnie!

Nordeste diminui diferenças em relação ao “próspero sul”

Em artigo publicado na edição desta semana, a revista The Economist narra a evolução da região nordeste, enfatizando que “A região mais pobre do país está diminuindo a distância com o próspero sul”.
O texto cita reportagem de 1983 do Jornal do Brasil, que na época cobria a seca que assolava o nordeste do país, na qual nordestinos foram encontrados alimentando-se de ratos e calangos.
Segundo a The Economist, recentemente, o nordeste tem se tornado uma região de destaque no país. A taxa de crescimento do PIB da região subiu em média 4,2% ao ano na década passada, enquanto o país cresceu 3,6%.
O Bolsa Família, programa do Governo Federal, teria sido importante mas, segundo Marcelo Neri, pesquisador da FGV, outras políticas públicas teriam ajudado. De fato, três quartos do crescimento da renda teria ocorrido a partir de 2003, ano da posse de Lula na Presidência.
Este aumento no poder aquisitivo estaria atraindo diversas empresas para a região, como a Kraft Foods, que abriu sua primeira fábrica no nordeste e o Pão de Açúcar, que está ampliando sua rede.

terça-feira, 3 de maio de 2011

VEM AÍ O 4º BALAIO CULTURAL

LANÇAMENTO DO NOVO LIVRO DE NENEM PATRIOTA EM TUPARETAMA

Na próxima sexta-feira, dia 06, durante o 4º BALAIO CULTURAL acontecerá em Tuparetama o Lançamento do Livro do “Casebres, Castelos e Catedrais” do poeta, professor e militante cultural Nenem Patriota.  O livro tem prefácio de Margarida Silva e apresentação de Miriam Correia.  

Nenê Patriota é considerado um porta-voz perene da cultura egipiciense e pajeuzeira. Ele  está envolvido nos mais diversos eventos culturais, religiosos e políticos realizados na região como a Festa Universitária, cantorias, congresso de violeiros, teatros e na criação do Quintal da Cantoria, evento mensal de grande repercussão.

A programação de lançamento, com participação de poetas declamadores do Movimento de Cultura Popular de São José do Egito, poetas da APPTA de Tabira e artistas de Tuparetama  terá início às 20:00, no Espaço de Eventos da Academia da Cidade.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Do Poeta Gilmar Leite: RETIRANTES DO PAJEÚ

Do Blog do poeta: AGUAS DO PAJEÚ

"O poema refeito, logo abaixo, é fruto da inspiração vinda das leituras dos romances que tratam da grandes secas, do poema Os flagelados de Rogaciano Leite e da minha experiência de vida, quando ouvia dos meus antepassados os relatos das grandes secas na região do Pajeú."










RETIRANTES DO PAJEÚ
Poema épico teatral

Explode o sol. Chamas de fogo queimam a terra!
As pedras no Sertão faíscam como brasas.
No chão, as rugas sãos as marcas do verão,
E no horizonte, os urubus movem as asas.
Em cada lar deságua um triste mar de choro.
Lamentos, preces, orações, formam um coro,
Das vidas que, padecem sob algumas casas.

Um vulto magro, vestido de farrapos,
Que toma forma na lúgubre residência,
Demonstra um corpo de aparência esquelética
Que assusta quando mostra a triste existência.
Ele ergue a vista para a grande sequidão
Emite um grito numa forte assombração
E fala ao céu, chorando...Pedindo clemência.

Oh meu Deus! Venha, veja as dores do Sertão!
O Pajeú veloz não corre mais no leito
Só as lágrimas em tufos, descem em vertentes,
E cobrem as folhas murchas do meu velho peito.
Oh, meu Deus! Veja, sob as casas só há prantos...
Meus sonhos secaram, não tem mais encantos!
Deus! Oh meu Deus! Por que sofremos desse jeito?

Assim, a pobre mãe, coberta de tristeza,
Envolta em choro, reza, prantos e louvações,
Suplica a Deus, que afaste os sórdidos horrores
Da fome, que demonstra mil assombrações.
O seu clamor se perde dentro do infinito...
E triste, solta do seu peito um forte grito
Que ecoa nas chapadas, vales e grotões.

Já que o governo não percebe os sertanejos!
Já que o céu não escuta os mórbidos clamores!
Só resta partir! Mas, não sabem qual destino.
No peito a flor do sonho se transforma em dores...
O ocaso da incerteza nubla a existência
Cobrindo a frágil luz da pouca consciência
De vidas tristes, que padecem em dissabores.

De corações feridos, deixam as suas casas,
E sem destino, buscam plácidos aposentos;
A sombra que encontram, são grandes abutres,
Fazendo voltas, dando vôos bem agourentos.
Nos troncos despelados das árvores nuas,
Os magros retirantes comem raízes cruas,
E amargam a vida com travosos alimentos.

Os tristes retirantes partem do Sertão,
Sentindo o aperto da saudade perfurante,
Do Pajeú, lugar que foi terra de sonhos,
Mostrado na luz da esperança vibrante!
O vil presente mancha todo o seu passado...
A luz confusa dum futuro tão nublado,
Clareia a sordidez da cena horripilante.

O Pajeú faz curvas no leito vazio...
Os retirantes fracos, feito moribundos,
Por entre galhos como loucos maltrapilhos,
Revelam cenas de fantasmas de outros mundos.
No solo ressequido morre a esperança
E vez enquanto surge a luz de uma criança
Na forma dum sorriso, que foge em segundos.

Na mata ressequida, secos marmeleiros,
Na mesma cena dos fantasmas retirantes
Formam imagens da decrépita existência
Na tela dum filme de vidas humilhantes.
Tombadas plantas com seus galhos estendidos,
Parecem com os retirantes desnutridos
Que assustam, demonstrando cenas degradantes.

Mães lânguidas, crianças fracas, pais chorosos,
São as cenas do Pajeú seco e tristonho
Que sepultou por entre as rochas afiadas
Promessas floridas dum mundo bem risonho.
Nas casas só ficaram lânguidas lembranças...
O vil presente enterra líricas esperanças...
O porvir fecha as portas dúlcidas do sonho.

Não há tempo pro sonho! Só há o presente!
Que mostra as suas garras frias e afiadas,
Tirando os poucos traços de felicidade
Do Ser frágil que sofre por sobre as estradas.
As luzes do viver se mostram espectrais...
Envolto em grito, choro, pranto e loucos ais,
As pobres vidas pisam em trilhas calcinadas.

Oh Leitor! Veja nas imagens destes versos!
Perceba a dor gritando o sórdido sofrimento,
Que nem Dante viu sob os círculos infernais,
As dores mais brutais no mundo do tormento.
Lá, Dante assistiu o sofrer dos pecadores...
Aqui, demonstro os prantos dos agricultores...
Que são homens perdidos, sofrendo ao relento.

Estes homens, outrora, foram cavaleiros!
Os bravos que cruzavam a caatinga voraz,
De esporas, rédeas, laço, perneira e gibão
Pegavam o gado sobre um cavalo fugaz.
Agora, nem dão mais passadas tão seguras.
Caminham cabisbaixos, nas estradas duras,
Pisando sobre as pedras e os cactos brutais.

A magra mãe que se parece um graveto
Conduz a filha presa na fraca cintura,
Sem forças tomba sobre os duros carrascais
E cai por cima da esquálida criatura.
Um grito seco da criança logo ecoa
Levando o gemido pro vale e pra lagoa
Que expressa à vida padecendo na tortura.

O frágil Ser contrai-se e chora bem baixinho...
A mãe lhe oferta o decaído peito mole
No doce sonho que ela encontre o alimento,
Que acalme o pranto, tendo o leite que a console.
A boca seca com furor, tremendo puxa,
E sente que ao puxar a glândula tão murcha,
Nenhum leite do seu magro peito se bole.

Ao Invés do leite surge um pouco de sangue!
O choro brota sobre o rosto tão tristonho...
As cavas do sorriso ficam inundadas,
Que afogam a vida, sufocando o mar do sonho.
Os lábios secos, duros como a terra bruta,
Nos seios busca o leite numa triste luta
Mostrando cenas dum viver pobre e bisonho.

A criancinha chora e grita: Ô Mamãe!
Meu corpo treme como uma livre bandeira!
Eu não consigo andar, sinto os pés fraquejando;
Meus passos não conseguem subir uma ladeira.
O meu corpo sem força, lânguido definha.
Eu não sei o lugar que minha alma caminha...
E a fome, transformou-se numa companheira.

O choro da criança perde-se nas serras
E fica preso sobre os cactos brutais
Seu corpo sem vigor se arrasta nas estradas
Passando nos grotões, por entre os carrascais.
As lâminas do vento cortam como faca
Rasgando a pele, definhada tão fraca,
Que sofre os dantescos castigos infernais.

O sol derrama o forte fogo abrasador
Na vida sem fulgures do povo faminto,
Que se mostra cortada pelo sofrimento
E presa num confuso e grande labirinto.
Sem esperança e sem trajetos nos caminhos,
O povo pobre sofre em sórdidos espinhos
Sentindo a vida travosa como um absinto.

A vida sofre ao longo das secas estradas...
O sol voraz desnuda os poucos marmeleiros...
As rochas mostram lâminas que são cortantes...
E os troncos são fantasmas de pobres guerreiros.
Sem vida, desfalecem lânguidas juremas,
Mostrando imagens dos mais fúnebres cinemas
Que expressam o desengano em trágicos roteiros.

O sonho não habita a vida do flagelo...
A fome expressa cores lúgubres, dolentes...
E a vida tomba sobre os secos carrascais
Gritando sobre os vales, ecos estridentes.
Os homens do poder pra dor ficam de costas!
Os pobres retirantes rogam de mãos postas
Pedindo a Deus que veja as dores tão ardentes.

Oh Deus! Olhai pros campos, veja a sequidão!
Está tudo sem vida... Só resta a tristeza.
O sonho da alegria já foi sepultado
Por entre as pedras da decrépita certeza.
Aqui só tem água nas velhas faces magras,
E as dores são terríveis... Já viraram pragas,
Nas almas tristes, na jornada da incerteza.

Assim, falam por entre os duros carrascais
As vozes fracas dos sofridos retirantes,
Que tem os pés feridos nas juremas mortas
Cortados por galhadas que são perfurantes.
O sol do sonho morre na vida descrente...
Nenhuma aurora de abrigo se faz presente...
Sem rumo, dão seus passos bem cambaleantes.

Perdidos, procuram o velho Pajeú...
Que sem água, só resta à grande sequidão.
O pai vê seu filhinho lânguido de fome
Que treme na frieza da desnutrição.
Um nome, nem sequer botou no fraco filho,
Pois sabe que bem breve o frágil maltrapilho
Vai ter fim nas estradas secas do Sertão.

Tombando sobre as pedras, chora a menininha,
Tão fina como um galho quando a casca seca,
Nas mãos conduz seu lindo sonho de criança
Expressado na forma linda da boneca.
Pro seu brinquedo fala leve e bem baixinho
Dizendo com suave e plácido carinho
Que vão ter alimento depois da soneca.

Leitor! Não fique na ilusão deste momento,
Da vida que, se mostra na pura inocência.
Levante os olhos, veja o sórdido flagelo
Deitando o sol no seco campo da existência.
Leitor! Perceba bem o pranto e a forte dor!
Cada aurora de vida perdendo o esplendor,
Que rouba dos famintos a luz da consciência.

Perceba bem, no solo bruto e ressequido,
Homens aos trapos, que só tem na pele os ossos,
E dentro d’alma a dor que jorra o desengano
Expresso num deserto que não possui poços.
Andando, cabisbaixos, buscam um pouco d’água,
E sofrem sob um rio que só transborda mágoa
Na enchente duma fome que só tem destroços.

Sem pátria, sem nação, sem luzes da esperança,
Os homens sem rumo pisam sobre os tocos
E tombam nos rochedos como condenados
Na imensa procissão, como um bando de loucos.
O quadro da tragédia mostra um cego país,
Que não vê o sofrimento do povo infeliz
E oferta a luz da condição para bem poucos.

ABERTAS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO VIVA LEITURA 2011

Pacote do projeto A Cor da Cultura é disponibilizado na internet


Fonte: FUNDAÇÃO PALMARES

Por Daiane Souza
Produzido para contribuir para a inserção da temática da cultura afro-brasileira nas escolas e lançado na última segunda-feira, o segundo pacote pedagógico A Cor da Cultura já está disponível para download no site do projeto. A iniciativa visa fazer com que professores e estudantes percebam com outro olhar o continente africano e sua contribuição para o desenvolvimento da sociedade brasileira.
O pacote é mais uma medida prática adotada a partir da aprovação da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares do País. Integram o conjunto DVDs com novos episódios das cinco séries que fazem parte do projeto, dois cadernos pedagógicos e três mapas – um do continente africano, outro da diáspora africana e outro dos valores civilizatórios afro-brasileiros.
COMO ADQUIRIR – Professores e interessados podem ter acesso ao novo material em pdf no portal www.acordacultura.org.br  além de 97 episódios em vídeo de duas das cinco séries já lançadas. O Ministério da Educação (MEC) disponibilizará o material físico aos municípios, porém, as escolas devem se cadastrar também via o citado portal. A solicitação ao MEC deve ser feita pelas secretarias de educação, incluindo o projeto em seu plano de ação de 2012.
A Cor da Cultura é resultado de parceria entre o Ministério da Educação (MEC), a Fundação Cultural Palmares (FCP), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o Canal Futura, a Petrobras, o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan) e a Fundação Roberto Marinho.
_______________________________
2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes.

2º ANIVERSÁRIO DA RÁDIO TUPÃ FM DE TUPARETAMA

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Arte e Cultura na prevenção do uso de crack e outras drogas


A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas - SENAD, do Ministério da Justiça, com o objetivo de incentivar a participação dos diferentes níveis estudantis em atividades culturais de valorização da vida e estimular a mobilização e o engajamento da sociedade nas atividades relacionadas à prevenção do uso de drogas, promove, anualmente, concursos nacionais sobre o tema. ( Clique aqui para acessar regulamentos )
O sucesso destes concursos mostra a percepção que a sociedade tem sobre a importância das ações de prevenção do uso de drogas, através de ampla participação de crianças, adolescentes, jovens e adultos.
A SENAD está promovendo o XII Concurso Nacional de Cartazes, direcionado a estudantes do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental de 9 anos, o I Concurso Nacional de Vídeo, direcionado a estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental de 9 anos e Ensino Médio, o IX Concurso Nacional de Fotografia e o IX Concurso Nacional de Jingle, dirigidos à população em geral. Este ano os concursos têm como tema "Arte e Cultura na prevenção do uso de crack e outras drogas".
Em parceria com o Centro de Integração Empresa/Escola - CIEE, a SENAD está lançando o X Concurso de Monografia para Estudantes Universitários, com o tema A Intersetorialidade como Estratégia de Enfrentamento ao Crack.

Não perca tempo nem prazo, os trabalhos deverão ser postados até o dia 25 de abril de 2011.




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