quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Jean Wyllys é eleito pela “The Economist” uma das 50 personalidades da diversidade em todo o mundo


No último dia 31 de outubro a revista “The Economist” anunciou a Lista Global da Diversidade, um guia de personalidades que têm colocado a diversidade no coração dos recursos humanos das maiores organizações do mundo. Esta é a primeira vez que uma avaliação global de personalidades e empresas que demonstram um compromisso concreto com a diversidade é compilada. 

Os organizadores, incluindo o ex-diretor de diversidade e inclusão do Google, Mark Palmer-Edgecumbe, dizem que essa lista apontará as fragilidades na avaliação da atuação das empresas no que diz respeito à diversidade. Dentre as categorias, o nome do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) figura dentre as cinquenta personalidades da diversidade na vida pública. Essa categoria reconhece as conquistas de pessoas que vêm usando suas posições na vida pública, por exemplo, como ativista, político ou jornalista para produzir impactos na pauta de diversidade. 

Além de destacar a trajetória de Jean Wyllys como jornalista, professor universitário e ativista LGBT, a Lista Global da Diversidade também reconhece a luta do deputado como o primeiro deputado federal declaradamente homossexual a defender os direitos humanos na Câmara dos Deputados, em especial da população LGBT e dos demais grupos marginalizados, além de lutar por mais investimento em saúde e educação junto com o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). 

A Lista também contempla os 50 profissionais na indústria, os mais importantes consultores de diversidade do mundo, além de fornecer um guia para as dez melhores redes de emprego baseado no respeito às mulheres, LGBTs, etnias e pessoas com deficiência. Milhares de nomes foram enviados pelos leitores da The Economist, de todos os cantos do planeta, para a composição da lista, que foi ratificada por um grupo independente de experts, incluindo Palmer-Edgecumbe; Michael Brunt e Toby Burton (The Economist’s); Linda Riley (Diretora do Global Diversity Awards); e Sarah Kate Ellis (Presidente e CEO do GLAAD). 

Matéria DAQUI

HOJE É O DIA NACIONAL DA CULTURA, DIA DA LÍNGUA PORTUGUESA E DIA DO CINEMA BRASILEIRO


Considerado o 5º maior país do mundo em extensão territorial, o Brasil possui em sua história uma grande variedade de contribuições étnicas. Essa variedade nos tornou uma nação com uma extrema riqueza cultural. Por esse motivo, o dia 5 de novembro foi escolhido para comemorarmos e, é claro, conhecermos um pouco mais da nossa cultura. 

A data também foi escolhida por um motivo muito especial, a comemoração do nascimento de Rui Barbosa (5 de novembro de 1849). Essa homenagem foi feita, uma vez que ele foi um dos nomes mais influentes na história do Brasil república, seja na questão política ou cultural. 

Algumas curiosidades sobre a data: 

A data foi criada em 15 de maio de 1970, pela lei nº 5579. Existe uma condecoração chamada OMC (Ordem de Mérito Cultural) para premiar grupos artísticos, iniciativas ou instituições em reconhecimento por suas contribuições à cultura brasileira. O OMC existe desde 1995, e já condecorou mais de 500 personalidades com a participação do Ministério da Cultura. 

Algumas curiosidades sobre a cultura brasileira: 

Na cultura brasileira encontramos predominantemente a contribuição dos seguintes povos: os indígenas, os africanos, os italianos, os portugueses e os alemães. 
Outros povos, como os árabes, espanhóis, poloneses e japoneses também contribuíram para a cultura do Brasil, porém, de forma mais limitada. 
A música, a culinária, a literatura, o folclore e o artesanato são as características principais da cultura brasileira. 
Cada região do Brasil, mesmo pertencendo ao mesmo território, possui suas características culturais, mostrando assim, a interligação da cultura com os povos que participaram da colonização do nosso país. Uma boa maneira de saber mais e conhecer cada detalhe da cultura brasileira é visitar os museus Grupos Culturais e Pontos de Cultura, que com suas particularidades, nos envolvem no contexto cultural e nos fazem ter mais orgulho de ser brasileiro. 

Língua Portuguesa 

Além da Cultura, comemora-se, todo 5 de novembro, o Dia Nacional da Língua Portuguesa. É o sexto idioma mais falado no mundo, presente em nove países como língua oficial e em quatro continentes. A expectativa é que, em 2050, 337 milhões de pessoas falem o idioma. Mas apesar da importância, grandeza e riqueza da língua portuguesa, ainda inexiste uma política cultural para ela. 

Com o objetivo de estabelecer bases e princípios que subsidiem a criação de uma política brasileira para a área, o Ministério da Cultura promoverá, em junho de 2016, no Rio de Janeiro (RJ), um encontro internacional da Língua Portuguesa. O evento promoverá a afirmação da língua e aproximará países e povos que interagem com o idioma. Outra expectativa é que o espaço permita avançar no estabelecimento de um mercado comum de bens e serviços culturais entre países lusófonos. 

Cinema Brasileiro 

O Dia do Cinema Brasileiro também é celebrado em 5 de novembro, em homenagem à primeira exibição pública de cinema no país, realizada no Rio de Janeiro em 1896.


Mulheres ampliam participação em políticas públicas


A participação das mulheres na construção de políticas públicas tem chamado a atenção de outros países. “Nos demais países da América Latina, isso não acontece. Neste tipo de ação, o Brasil é inovador, porque faz com que elas usufruam dos seus direitos”, afirma Emma Siliprandi. Ela coordena o projeto Apoio às Estratégias Nacionais e Subregionais de Segurança Alimentar e Nutricional e de Superação da Pobreza em países da América Latina e Caribe, cooperação técnica entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) que leva a experiência brasileira para 10 países da região. 

“Programas sociais que dão às mulheres o papel de protagonistas, como o Bolsa Família e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), têm muito êxito porque reconhecem a capacidade delas de gerir a renda e garantir uma alimentação adequada à família”, explica Emma. Ela participa, junto com 26 delegações estrangeiras, da 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que começou nesta terça-feira (3), em Brasília. “As mulheres rurais e urbanas geralmente têm uma dificuldade de participação na política. 

A consequência disso é que as políticas públicas tendem a ter um olhar masculino e não se preocupam com as situações concretas que as mulheres têm que enfrentar na vida cotidiana para garantir a alimentação das famílias”, afirma a coordenadora. 

Alan Bojanic, coordenador residente das Nações Unidas para o Brasil, ressaltou que a Conferência é uma excelente oportunidade para mostrar o modelo brasileiro de construir políticas públicas que tem a participação social como fundamento. “A conferência é uma expressão da participação social, dos estados e municípios. E uma instância ideal para mostrar outras características do modelo brasileiro que conta com a transferência de renda, como o Bolsa Família, e com os programas de apoio à agricultura familiar e de alimentação escolar.” 

O representante da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), Naidson Batista, lembra da importância do envolvimento da população para garantir que quase 5 milhões de sertanejos tenham hoje acesso à água de qualidade para consumo e produção. “Hoje as pessoas têm uma água limpa, pura e de qualidade. Quando eu bebo água contaminada, estou consumindo algo de mentira. Quando não tenho água para produzir alimentos, não temos também comida”, aponta. “As cisternas expressam uma política que foi construída a partir de sugestões da sociedade civil para um governo que é capaz de ouvir, de dialogar e de construir junto. Para mim, o sucesso dessa política está nesse processo. Não queremos que isso pare.”

Outra estratégia que as mulheres do campo tiveram acesso foi a assistência técnica, para apoiar que as agricultoras pudessem planejar sua produção e aumentar a renda. Das 358 mil famílias que receberam assistência, 88% são chefiadas por mulheres. Além disso, 137,8 mil das famílias lideradas por mulheres com projetos produtivos apoiados com assistência técnica já estão recebendo recursos de fomento para implantá-los. Além de promover o acesso à água e fomento, o governo federal ampliou os canais de comercialização por meio do PAA. 

As mulheres representam a metade dos agricultores que vendem para o programa. A estratégia integra as ações para o fortalecimento da agricultura familiar, reconhecendo seu importante papel na oferta de alimentos frescos e saudáveis para a população e na promoção da segurança alimentar e nutricional.  ( LEIA MAIS AQUI )
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